Mostrar mensagens com a etiqueta Canteiros das Mil-e-Uma Noites. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Canteiros das Mil-e-Uma Noites. Mostrar todas as mensagens

14 de novembro de 2015

Histórias que o meu avô contava - 2



Um dia, o meu avô voltou para casa, a rir, com algo que se passara no café que costumava frequentar.

Morava ele numa aldeia nos arredores de Lisboa, hoje uma vila populosa, onde, na altura, começava a fixar-se muita gente vinda de vários pontos do país. A aldeia era propriedade de duas ou três famílias de agricultores que iam agora vendendo aos poucos os terrenos para a construção de habitações, de modo a poderem dar uma herança que se visse a cada um dos seus descendentes. Famílias que, embora com farroncas de riqueza, eram conhecidas nas povoações em redor sobretudo pela sua falta de imaginação e interesse por tudo o que não fosse as quezílias entre elas. Assim uma espécie de Aldeia da Roupa Branca, mas ainda mais tosca.

O pequeno café de onde regressava tinha sido o primeiro a abrir portas num ambiente exclusivo de tabernas. O proprietário era um homem vindo ali da zona de Viseu, aportado a Lisboa após ter cumprido o serviço militar obrigatório em Angola, fugido de um interior que não lhe daria grandes oportunidades. Um homem enorme, franco, directo, sem abébias para abusos nas conversas ou nos actos dos clientes. E que não costumava “mandar recados” – como acontecera naquela ocasião em que o meu avô voltou, a rir.

É que se juntara lá muita gente ao final da noite, no meio da qual havia bastantes nativos desdenhosos dos “pobretanas” que lhes haviam “invadido” a terra. O calor da discussão começara a subir, quando o arrefecimento se fez sentir de súbito, tonitruante, vindo de detrás do balcão:

– Estai maj é calados, que, xse não fôramos nój, bój ainda andábeis de carroxça!

E eu, que era puto, também me ri muito e, como queria “mostrar serviço”, disse:

– Oh avô, se fosse na Arábia ele teria dito “ainda andábeis de camelo”…

Oh prá nós, tão tontinhos



A generalidade do establishment político da "europa", incluindo a esquerdalha que agora se mostra alérgica ao euro mas sempre reclamou por mais euros, parece apostada em fazer toda a espécie de disparates para provocar o escaqueirar (já tarda) da "europa". Tanta palermice parece indicar que já todos perceberam que a única 'solução' para a coisa é estoirá-la mas, face à impossibilidade do assumir de responsabilidades próprias e continuar o namoro, precisam provocar um gigantesco sarilho para culpar um apropriado inimigo externo.

3 de outubro de 2015

Notícias sobre a integração de refugiados islâmicos - 2



Recebido por e-mail:

CONTENDAS EM CASAS DE ACOLHIMENTO DE REFUGIADOS NA ALEMANHA

Polícia toca Alarme - Quem é Agressivo tem Vantagens

Só no mês de Setembro entraram na Alemanha mais de 270.000 refugiados. Mais de metade dos refugiados tem idade inferior a 25 anos. Devido à “política de bem-vindos” de Merkel, aumenta o burburinho na sociedade alemã; o grau de popularidade da chanceler Merkel já desceu 9 pontos passando para o 4° lugar quando antes mantinha sempre o 1° lugar (Conta agora, apenas com 54% de cidadãos que aprovam a sua política, Wolfgang Schäuble passou para 1° lugar). Reformados e grupos carentes vêem cada vez menos dinheiro no orçamento alemão e contam já no próximo ano com pioramento da sua situação. O interesse e o medo tendem a desequilibrar-se. Em vários centros de acolhimento de refugiados há pancadarias entre grupos de refugiados; há médicos que já só querem entrar em centros de refugiados se acompanhados pela polícia. O sofrimento cria sofrimento.

Custa à imprensa alemã informar sobre tais casos para não fomentar sentimentos de agressão contra os refugiados mas atendendo à frequência das acções violentas entre estes, vê-se obrigada a deixar passar alguma informação em primeiro plano.

Em muitos casos, refugiados já traumatizados trazem os conflitos consigo, acrescentados por situações que não correspondem ao que tinham sonhado quando se puseram a caminho da Europa. A potencialidade dos conflitos é grande, se atendermos aos traumas da guerra, à longa caminhada até cá e que nos mesmos alojamentos se encontram muçulmanos sunitas e xiitas em guerra entre si, etnias e nações com interesses e costumes diferentes, cristãos que tiveram de fugir dos países devido à perseguição muçulmana, sofrendo agora a continuação da violência nos alojamentos, além do mais também os refugiados do Leste Europeu sem direito a asilo que esperam da sua estadia uma mesada superior à que recebem no emprego nas suas terras. Por estas e por outras o governo já determinou medidas tendentes a apressar o processo de asilo e em determinados casos optou por distribuir géneros em vez de dinheiro.

Para ajudar os estados federados e os municípios, o governo federal reembolsa-os em 670 euros por mês e por cada refugiado, comparticipando assim nos elevados custos dos estados federados e dos municípios. O apoio é concedido até que termine o processo de asilo de cada um. Uma vez reconhecido o direito a asilo, os asilados entram no sistema geral alemão de apoio social Hartz IV, tal como qualquer alemão necessitado.

Nalgumas casas de acolhimento de refugiados as contendas têm escalado. No alojamento de Calden-Kassel que foi concebido para 1.000 refugiados, agora com 1.750 refugiados de 20 nações, deu-se agora, depois de outras querelas, uma pancadaria com paus e gás de pimenta em que participaram 370 refugiados (albaneses e paquistaneses) e a que acorreram 50 polícias; 14 refugiados e três polícias foram feridos (http://zu.hna.de/calden2909). Polícias queixam-se que para acorrerem aos alojamentos já lhes falta o tempo para observarem os meios da droga e outros sectores de observação.

Nas palavras de Rainer Wendt chefe do sindicato da polícia, no “Passauer Neue Presse”, revela-se muita experiência recalcada e frustração acumulada, partilhada pelos colegas polícias nas suas intervenções em casas de alojamento de refugiados: "Temos experimentado essa violência durante semanas e meses. Juntam-se em grupos de acordo com etnias, religião ou com estruturas de clã e vão uns contra os outros com facas e armas caseiras”. "Islamitas querem impor lá os seus valores e a sua ordem". A minoria dos cristãos deveria, ser colocada, nas casas de alojamento de refugiados "sob protecção especial" porque é, muitas vezes, perseguida de forma maciça.

Muitos não se comportam como hóspedes e muitos refugiados alemães que depois da segunda guerra mundial vieram para a Alemanha (11 milhões) e viveram durante anos em alojamentos muito precários para refugiados, custa-lhes a compreender o comportamento e exigências de muitos refugiados de hoje.

Com a miséria e despovoamento da Síria, a longo prazo ganham os que querem lá a guerra. A Alemanha com tanta imigração rejuvenesce-se e cria maior concorrência no mercado de trabalho e deste modo disciplina o próprio operariado na concorrência europeia e globalista que quer uma precaridade comum aos diversos Estados. Assim evita uma flutuação de carentes entre os vários sistemas de apoio social da União Europeia.

Porque não se dá o mesmo direito aos que solicitam asilo nas embaixadas como aos que são transportados por quadrilhas que rebocam fugitivos que tiveram de pagar entre 4.000 e 8.000 euros aos que organizaram o seu transporte?

Que se faz contra os bandos de candongueiros ou traficantes? A proposta de lei do governo contempla um mínimo de três meses de cadeia para tais delitos. Porque é que alguns partidos de esquerda se opõem a medidas concretas contra os traficantes?

A crise dos refugiados continuará enquanto as potências continuarem a lucrar e ganhar créditos com a desestabilização dos países através da guerrilha e da morte.

O problema dos refugiados sírios resolve-se quando os governos dos USA, Rússia, Arábia Saudita e Irão se juntarem a uma mesma mesa; para isso a elite europeia terá de deixar de jogar com eles o jogo sujo e disser à população o que verdadeiramente se passa e os motivos que a levam a actuar assim.Os responsáveis conduzem lá fora a guerra sangrenta de que os países e os refugiados são vítima e cá dentro na Europa conduz-se a guerra mediática de que somos nós as vítimas. Na realidade, a política internacional conflituosa e de rivalidade entre os USA e a Rússia, entre os xiitas e sunitas, são os responsáveis por uma situação de destruição de nações e por uma nova situação na sociedade europeia de consequências futuras imprevisíveis. O vice-presidente do Parlamento Federal, Singhammer solicita a limitação do direito dos refugiados ao reagrupamento familiar. Refere que os 200.000 refugiados da síria na Alemanha trariam consigo um "potencial de reagrupamento ” para a Alemanha de 600.000 familiares.

A Liga dos Direitos Humanos IGFM em Frankfurt expressou que a proteção do direito de asilo exige um não ao abuso. A maioria dos migrantes vem de países seguros onde não há perseguição política. Há dias em que entram na Alemanha 10 000 refugiados.

O político dos Verdes Jürgen Trittin acaba de afirmar: "A Alemanha está a desaparecer a cada dia que passa". Claudia Roth, do mesmo partido, comentou: "Alemães são Não Migrantes. Nada mais." A sociedade europeia, devido à irresponsabilidade política cada vez se radicalizará mais.

António da Cunha Duarte Justo
“Pegadas do Tempo” www.antonio-justo.eu

Notícias sobre a integração dos refugiados islâmicos - 1



Uma família muçulmana converteu-se ao cristianismo. Por esse motivo está a ser perseguida por muçulmanos. Nissar Hussain, Kubra e os seis filhos têm sofrido bastante nas mãos dos seus vizinhos. As agressões já duram há um ano, segundo contam ao britânico Daily Mail.

Sentem-se mesmo autênticos prisioneiros na própria casa, uma vez que sempre que saem à rua são atacados. O veículo da família já foi vandalizado mais de uma vez.

A polícia já foi chamada ao local por diversas vezes mas por ser um crime de ódio religioso foi-lhes pedida atenção redobrada na forma como tratam o caso. Até agora só uma acusação foi conseguida.

“As nossas vidas foram sabotadas e isso não deveria acontecer na Inglaterra”, indica o patriarca, acrescentando que “vivemos numa sociedade livre, democrática e o que nos estão a fazer é errado”.

2 de outubro de 2015

Que tal vai isso de amores?


Constituição e Alcorão, vamos ver quem vence




Recebido por e-mail:


CONSTITUIÇÃO ALEMÃ EM ÁRABE PARA REFUGIADOS
As mesmas regras de jogo para alemães e estrangeiros – Iniciativa para evitar a desculpa do “não sabia,,


Quem vem para a Alemanha deve saber que “os princípios da nossa sociedade democrática são válidos para todos”.

O vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel (SPD) mandou traduzir os primeiros 20 artigos da constituição alemã e imprimir 10.000 exemplares em árabe para serem distribuídas nos centros de acolhimento de refugiados e aos deputados na Alemanha. Junto toda a Constituição em árabe (دستور جمهورية ألمانيا الاتحادية):http://www.fes.de/international/nahost/pdf/GGArabisch.pdf

Deste modo os refugiados poderão saber quais são os princípios que regulam a sociedade alemã. Ninguém poderá mais tarde argumentar que não sabia as regras do jogo (traduzo): “A Alemanha não é um país qualquer. Aqueles que vêm para cá precisam de saber como é a cultura da convivência entre nós”, declara agora Gabriel em entrevista ao Bild Zeitung (2.10.2015). Defende a cultura dominante argumentando: „Existe uma cultura de liberdade e responsabilidade, de direitos e deveres de que não queremos abdicar. As pessoas que vêm para cá devem não só aprender a língua alemã, mas também saber as regras de jogo da nossa coexistência”.

E concretiza: “Ninguém é forçado, quando vem para a Alemanha, a mudar de religião, ou a mudar a sua vida privada. Mas que, é importante para a nossa convivência, que os princípios da nossa sociedade democrática, se apliquem a todos. A todos aqueles que já se encontram cá e a todos os que vêm. Que, entre nós, Religião e Estado são separados, que homens e mulheres têm os mesmos direitos, que cá a homossexualidade não é nada anormal, que as parcerias de vida podem ser escolhidas livremente, que somos um país com liberdade de expressão, que também inclui a crítica à religião, também mostramos nenhuma tolerância perante anti-semitismo, todos estes são os princípios que temos de declarar/explicar - mas cuja aceitação esperamos daqueles que vêm até nós. Também na integração se aplica: exigir e promover.”

Na Alemanha, atendendo à grande afluência de imigrantes (este ano conta-se com um milhão de pretendentes a asilo) e aos muitos problemas de convivência não resolvidos, a política começa a falar texto claro.

António da Cunha Duarte Justo
Jornalista
www.antonio-justo.eu

1 de outubro de 2015

DA BAGUNÇA COMO UMA DAS “BELAS ARTES”…



Diz assim a Agência LUSA:

Declaração foi feita depois dos primeiros distúrbios em centros de acolhimento.

O ministro do Interior alemão, Thomas de Maiziere, exigiu esta quinta-feira aos refugiados que respeitem a cultura e as leis do país que os recebe, depois dos primeiros distúrbios em centros de acolhimento.

Aceitar as leis e os valores alemães significa "que digam o verdadeiro nome e país de origem aos funcionários, não lutar, ter paciência e respeitar os outros, independentemente da religião ou sexo", sublinhou numa intervenção no parlamento (Bundestag), em Berlim.(…)

Dados do Ministério do Interior do estado da Baviera (sul), principal porta de entrada dos refugiados na Alemanha, só no mês passado, a Alemanha recebeu entre 270 e 280 mil requerentes de asilo, mais do que em todo o ano passado.

De acordo com as previsões para este ano, o número total deverá situar-se entre os 800 mil e um milhão de refugiados.(…)

De Maiziere defendeu uma integração "em duas direcções" e a importância de abrir rapidamente as portas do mercado laboral a quem tiver possibilidades reais de conseguir ficar na Alemanha e fomentar a aprendizagem da língua.

O ministro advertiu os requerentes de asilo que devem respeitar as decisões das autoridades: "o asilo na Alemanha não significa a escolha livre do domicílio".(…)

"Todos fazem um esforço enorme e de momento é tudo o que se pode fazer", declarou.

O ministro fazia alusão aos problemas registados na quarta-feira, em Hamburgo (norte), onde meia centena de agentes da polícia foi chamada a intervir num centro de acolhimento, na sequência de distúrbios entre dois grupos de sírios e afegãos, num total de cerca de 200 pessoas.

Várias pessoas ficaram feridas, mas até ao momento desconhece-se um número exacto.

Aparentemente, os distúrbios foram causados por divergências sobre a utilização dos duches e, de acordo com o diário Hamburguer Morgenpost, que cita os bombeiros, os dois grupos agrediram-se com barras de ferro e pedras.

Na terça-feira, uma rixa entre sírios e paquistaneses causou dois feridos em Dresden (leste). No domingo, 14 pessoas, incluindo três polícias, ficaram feridas num centro perto de Cassel (centro), depois de confrontos entre 70 paquistaneses e 300 albaneses.

NOTA – Ou seja: começou a revelar-se a verdadeira face dos “refugiados”…

28 de setembro de 2015

NÃO PODEMOS IGNORAR



  Num texto dado a lume no decorrer dum congresso realizado numa universidade americana do noroeste, descrevi o Islamismo como uma doutrina de combate e conquista, pois sendo uma "religião revelada" é, na verdade, uma ideologia - como todas as "religiões reveladas" o são efectivamente.


   ("Religiosidade" essa que não provém da íntima concepção mística inerente ao ser humano numa fase sintomática, mas sim de factos impressos, após contacto mal entendido pelos objectos dela, mas orientados e propostos expressamente pelas entidades propulsoras, com objectivos eventuais determinados).


  O islamismo não é compatível nem com a modernidade - que lhe é adversa - nem mesmo com a mais estrita democracia, por razões que entroncam na sua doutrina essencial.


  Como muito bem escreveu Salman Rushdie, "o problema não é o extremismo, mas o Islão em si". Ou seja, em termos conclusivos que a História corrobora: "Um islamita é sempre potencialmente um fanático;  um fanático, potencialmente um jihadista; e um jihadista potencialmente um criminoso".


  (Os que têm, em enorme parte, cometido atentados, são não pobres felahs em fúria mas gente dispondo de proventos e até maioritariamente com cursos superiores. Ou seja, a cultura superior de que dispõem não supera a doutrina impressa, antes ajuda e cumplicia para serem mais eficazes!


  Daí que constitua uma ilusão acatitada pelos do politicamente correcto a ideia peregrina de que é possível conviver em liberdade democrática com a doutrina e a prática islamitas.


  NUNCA O FOI.



  Os documentos e os relatos históricos específicos corroboram-no!

  É já uma evidência, comprovada após análise competente, que em dado tempo no futuro vai dar-se um choque absoluto entre o mundo moderno e o Islão.


  A única coisa que não se sabe ainda de ciência certa é se esse choque será mais ou menos sangrento. E se o Ocidente democrático e libertário, numa primeira fase, poderá levar de vencida as hordas islâmicas. As quais, neste momento, são sustentadas socialmente e servidas pelas hostes progressivamente mais fortes dos chamados “moderados”, que constituem efectivamente a primeira vaga de invasão e combate (aparentemente conciliatório, legítimo e “pacífico”).


  A finalizar, acentuemos este dado hoje já perceptível: a criação e a expansão do termo/conceito "islamofobia" é uma arma de guerra posta a correr por razões próprias pelos apaniguados, ainda que camuflados, do totalitarismo islamita actual e putativo futuro.

  Daí que seja importante esclarecer as comunidades sobre o que tem de legítima a capacidade de não querer a doutrina islâmica, que não tem na verdade qualquer direito de se constituir como uma inevitabilidade a aguentarmos.

21 de setembro de 2015

A Europa gagueja, o Estado Islâmico não




Estado Islâmico ameaça enviar 500.000 imigrantes para a Europa
Os extremistas do Estado Islâmico (EI) ameaçaram ontem criar o "caos no Mediterrâneo", caso a União Europeia decida enviar tropas para a Líbia.
"Se enviarem forças armadas para a Líbia, enviaremos meio milhão de imigrantes", refere uma mensagem enviada ao governo italiano o ramo líbio do EI. 

A ameaça surgiu depois do ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália, Angelino Alfano, ter declarado que a resolução líbia deveria ser uma "prioridade absoluta" para a comunidade internacional. Também o ministro da Defesa italiano diz ter prontos 5.000 militares para combater o EI. 

"Se as milícias do Califado avançam mais depressa que as decisões da comunidade internacional, arriscamo-nos a um êxodo sem precedentes", avisou Alfano. Embora nos últimos anos a União Europeia (UE) tenha realizado acordos com os países muçulmanos do Mediterrâneo para travar o fluxo de imigrantes africanos, a queda do regime do ditador líbio Muammar Khadafi em 2011 mostrou a fragilidade da fronteira a sul.

A divisão do país entre milícias rivais impediu qualquer controlo oficial à imigração a partir dos portos líbios, que se situam a apenas 350 km de Itália, e a partir dos quais milhares de imigrantes tentaram a sua sorte pelo Mediterrâneo para entrar na ‘Fortaleza Europa'. Durante os últimos dias do regime, derrubado com a ajuda militar do Ocidente, o próprio Khadafi havia alertado para esta possibilidade. "Sem mim, o Mediterrâneo vai tornar-se no mar do caos", disse o ex-ditador. Segundo a imprensa italiana, o EI tenciona usar os imigrantes como "arma psicológica" contra a Europa, em particular contra Itália, estando a reunir embarcações para enviar para o Velho Continente a maioria das 700 mil pessoas que se encontram actualmente nas costas líbias a tentar entrar ilegalmente na UE. "A partir do momento em que o nosso país avance com o cenário de intervenção militar, os jihadistas planeiam enviar à deriva na direcção das nossas costas centenas de barcos apinhados de imigrantes", avisa o jornal italiano Il Messagero, citando escutas telefónicas secretas a que teve acesso.

16 de setembro de 2015

A genética, a inteligência e a segurança da Europa



E não é que todos menos um são da família do imb... do eng.º?

Vá dizer isso ao imb... ao eng.º Guterres!





    Diretor da Europol, agência europeia de polícia e forças de segurança, diz que os traficantes de pessoas vão desde “simples oportunistas” até gente integrada em redes multinacionais.

    É um fenómeno recente. E são grupos com grande capacidade tecnológica, que utilizam diferentes plataformas. Encerra-se uma página, podem abrir outra em segundos”, explica o diretor da Europol, Rob Wainwright, em resposta à questão sobre o motivo de ser tão complicado travar a atividade na internet dos traficantesde seres humanos.
    Entrevistado pelo “El País” a propósito do modo como a Europol está a lidar com a atual situação decorrente da guerra civil na Síria, Wainwright refere que “o aumento de refugiados criou muitas oportunidades de negócio” e que “esta crise é como um íman para grupos criminosos que sabem como fazer dinheiro muito facilmente”.
    Este ano, a Europol já terá identificado cerca de 30 mil suspeitos e aberto 1500 novas investigações. O perfil dos envolvidos vai desde “simples oportunistas” até àqueles que integram redes multinacionais.
    “Nos últimos dez anos comprovámos que um terço dos traficantes [de seres humanos] também está implicado em tráfico de drogas, lavagens de dinheiro, falsificação de documentos. (…) São pessoas flexíveis, capazes de se adaptarem com muita facilidade”, afirmou ainda na entrevista concedida ao jornal espanhol.

14 de setembro de 2015

UMA VISÃO SOBRE O ISLÃO



    Chegou-nos por email este texto que aqui vos deixamos:

    Um homem, cuja família era da aristocracia alemã antes da II Guerra Mundial, era dono de um grande número de indústrias e propriedades. Quando questionado sobre quantos alemães eram nazis verdadeiros, a resposta que ele deu pode orientar a nossa atitude em relação ao fanatismo.


    "Muito poucas pessoas eram nazis verdadeiros ", disse ele, "mas muitos apreciavam o retorno do orgulho alemão, e muitos mais estavam ocupados demais para se importar. Eu era um daqueles que só pensava que os nazis eram um bando de tolos. Assim, a maioria apenas se sentou e deixou tudo acontecer. Então, antes que soubéssemos, pertencíamos a eles; tínhamos perdido o controle, e o fim do mundo havia chegado. Minha família perdeu tudo. Eu terminei num campo de concentração e os aliados destruíram as minhas fábricas".


    Somos repetidamente informados por "especialistas" e "cabeças falantes" que o Islão é a religião de paz e que a grande maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. Embora esta afirmação não qualificada possa ser verdadeira, ela é totalmente irrelevante. Não tem sentido, tem a intenção de nos fazer sentir melhor, e destina-se a diminuir de alguma forma, o espectro de fanáticos furiosos em todo o mundo em nome do Islão.


    O facto é que os fanáticos governam o Islão neste momento da História. São os fanáticos que marcham. São os fanáticos que travam qualquer uma das 50 guerras de tiro em todo o mundo. São os fanáticos que sistematicamente abatem grupos cristãos ou tribais por toda a África e estão tomando gradualmente todo o continente em uma onda islâmica.


    São os fanáticos que bombardeiam, degolam, assassinam, ou matam em nome da honra. São os fanáticos que assumem mesquita após mesquita. São os fanáticos que zelosamente espalham o apedrejamento e enforcamento de vítimas de estupro e homossexuais. São os fanáticos que ensinam os seus filhos a matarem e a tornarem-se homens-bomba.


    O facto duro e quantificável é que a maioria pacífica, a "maioria silenciosa", é e está intimidada e alheia. A Rússia comunista foi composta por russos que só queriam viver em paz, mas os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de cerca de 20 milhões de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante. A enorme população da China também foi pacífica, mas comunistas chineses conseguiram matar estonteantes 70 milhões de pessoas.


    O indivíduo médio japonês antes da II Guerra Mundial não era um belicista sadista... No entanto, o Japão assassinou e chacinou no seu caminho por todo o Sudeste Asiático numa orgia de morte, que incluiu o assassinato sistemático de 12 milhões de civis chineses, mortos pela espada, pá, e baioneta. E quem pode esquecer Ruanda, que desabou em carnificina? Não poderia ser dito que a maioria dos ruandeses eram "amantes da paz"?


    As lições da História são muitas vezes incrivelmente simples e contundentes, ainda que para todos os nossos poderes da razão, muitas vezes falte o mais básico e simples dos pontos: os muçulmanos pacíficos tornaram-se irrelevantes pelo seu silêncio. Muçulmanos amantes da paz se tornarão nossos inimigos se não falarem, porque como o meu amigo da Alemanha, vão despertar um dia e descobrir que são propriedade dos fanáticos, e que o final de seu mundo terá começado.


    Amantes da paz alemães, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinianos, somalis, nigerianos, argelinos, e muitos outros morreram porque a maioria pacífica não falou até que fosse tarde demais.


    Agora, orações islâmicas foram introduzidas em Toronto e outras escolas públicas em Ontário e, sim, em Ottawa também, enquanto a oração do Senhor foi removida (devido a ser tão ofensiva?). A maneira islâmica pode ser pacífica no momento no nosso país, até os fanáticos se mudarem para cá.


    Na Austrália e, de facto, em muitos países ao redor do mundo, muitos dos alimentos mais comumente consumidos têm o emblema halal (o que é permitido por Alá) sobre eles. Basta olhar para a parte de trás de algumas das barras de chocolate mais populares, e em outros alimentos no seu supermercado local. Alimentos em aeronaves têm o emblema halal, apenas para apaziguar uma minoria privilegiada, que agora se está expandindo rapidamente dentro das margens da nação.


    No Reino Unido, as comunidades muçulmanas recusam-se a integrar-se e agora há dezenas de zonas "no-go" dentro de grandes cidades de todo o país em que a força policial não ousa se intrometer. A Lei Sharia prevalece lá, porque a comunidade muçulmana naquelas áreas se recusa a reconhecer a lei britânica.

    Quanto a nós que assistimos a tudo isto, devemos prestar atenção para o único grupo que conta - os fanáticos que ameaçam o nosso modo de vida.


    Por fim, qualquer um que duvide que o problema é grave e apenas exclua este texto sem o divulgar, estará contribuindo para a passividade que permite que os problemas se expandam.

    Vamos esperar que milhares de pessoas, em todo o mundo, leiam e pensem sobre isto e também divulguem esta reflexão – antes que seja tarde demais.

(ataque islamista a cristãos do Médio-Oriente)

9 de setembro de 2015

Elementar, meu caro Comissário, elementar!




Lembrou o nosso ex-primeiro ministro e actual Comissário ou-lá-o-que-é da ONU para os Refugiados, respondendo com sagacidade complacente à possibilidade de haver agentes do EI infiltrados nesta estranha (o termo é da jornalista Cândida Pinto) súbita vaga dos que debandam do Médio-Oriente para a Europa Central (decuplicaram de um instante para o outro, sem aparente motivo extra que o justifique), que quem tem uma missão terrorista não se mete num barco em risco de naufragar, utiliza o avião.

Concordo. Mas só em parte. De facto, nenhuma organização terrorista com um mínimo de senso e eficácia enviaria sequazes na maioria das embarcações em que os emigrantes ilegais atravessam o Mediterrâneo.

Estivesse eu, contudo, à frente do Estado Islâmico e, em alternativa a infiltrar militantes a conta-gotas por via aérea, preferiria montar uma rede de tráfico humano concorrente, equipada com barcos ainda em boas condições (também os há, e muitos, como se sabe, que chegam inteiros às costas italiana e grega). Pagaria as despesas da operação com o dinheiro sacado aos renegados danados por chafurdar nas delícias do Ocidente infiel e, à mistura com eles, faria assim entrar na UE uns, pelo menos, trinta combatentes por cada percurso.

Benefícios em termos de custos e do número de militantes infiltrados?

Bem… é… é só fazer as contas.

E pensarmos nós que este homem decidiu sobre Portugal durante anos!